
Família diz que médicos de um hospital particular em Taguatinga, onde a gestante foi atendida, foram negligentes. Paciente teria sido autorizada a voltar para casa duas vezes e aguardar dilatação.

Família diz que médicos de um hospital particular em Taguatinga, onde a gestante foi atendida, foram negligentes. Paciente teria sido autorizada a voltar para casa duas vezes e aguardar dilatação.
Gabriela Lima - Correio Braziliense
A família da secretária Evanilda Pereira de Sousa, 30 anos, vive um drama desde o fim da manhã de sexta-feira (27/8). A mulher está internada em estado grave no Hospital do Paranoá após ter levado oito facadas...
“Somos muitas e estamos em todas as partes e lugares”
Sapata, fancha, bolacha, entendida... Comumente esquecidas ou vistas por meio de imagens caricatas, as mulheres lésbicas estão cada vez mais organizadas e engajadas. Em 29 de agosto, celebra...
Última atualização ( Dom, 29 de Agosto de 2010 02:21 )
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Bom Dia DF > 26/08/2010 > Reportagem
Temporão diz que colocar os hospitais como centro da política de saúde é um erro grave. Secretaria promete resolver o problema com as UPAs. A do Núcleo Bandeirante será administrada pelos bombeiros....
Única entidade do DF que acolhe vítimas de violência doméstica perde a sede. Secretaria especial ligada à Presidência da República vai investigar repasse de verba que, em 2007, teria beneficiado o local. Desde o início do ano, o Governo d...
Última atualização ( Qui, 19 de Agosto de 2010 08:23 )
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Bom Dia DF - 17/08/2010
Ministério Público quer saber se houve falha no atendimento à Maria de Lucas, que morreu à espera de uma UTI. Secretaria e Ministério da Saúde fazem auditoria para checar irregularidades no hospital. “Se tivessem conseg...
Bom Dia DF > 13/08/2010 > Reportagem
Em uma década, o número de jovens grávidas diminuiu 39% no Distrito Federal. Uma escola de Taguatinga aposta na informação para educar meninos e meninas sobre os riscos da gravidez precoce.

Sem essa medida simples, pacientes podem perder muito tempo até descobrirem que não serão atendidos por falta de médico. A divulgação dessas informações já foi tema e portaria do governo. Na emerg...

Dia 11/8, quarta-feira, movimentos feministas e entidades sociais vão se mobilizar para denunciar a negligência governamental, a falta de garantia de recursos e a exígua execução orçamentária relacionada às políticas públicas que beneficiam...
Última atualização ( Ter, 10 de Agosto de 2010 07:19 )
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Os grupos que se reivindicam pró-vida ameaçam na verdade a vida destas 20 milhões de mulheres, sobretudo as mais pobres que não têm outra alternativa senão realizar o aborto mesmo com a sua vida em risco. Além disso, são consideradas criminosas por não terem condições de criar um filho ou por simplesmente não poderem optar sobre o próprio corpo.
Os grupos pró-vida se recusam a ver que a proibição do aborto é uma questão de saúde pública. Quando a mulher pobre tem uma gravidez indesejada ela não dispõe de recursos financeiros para realizar um aborto - muito menos para manter um filho. Parte então para métodos absolutamente arriscados e precários, usando agulhas de tricô para perfurar o colo do útero, chás medicinais ou até mesmo "simpatias" que supostamente fariam ela ter um aborto induzido.