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Sexta 10 Setembro 2010
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Ação Política

PLP participa de debate com presidenciável na UnB

PLP participa de debate com presidenciável na UnBVocê está convidada para o debate com a Marina Silva que acontecerá na UnB no dia 17 de junho, quinta, às 17h30, no Auditório Dois Candangos (Faculdade de Educação, UnB). A Caetana, PLP da turma de 2009, estará na mesa provocando o debate a respeito dos direitos das mulheres. Seria muito bom ter todas vocês conosco para dar uma força e aproveitar o espaço para levantar questionamentos importantes!!!

Última atualização ( Seg, 14 de Junho de 2010 08:45 )

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Sem recursos para mulheres e dinheiro de sobra para capitalistas

Sem recursos para mulheres e dinheiro de sobra para capitalistasProgramas destinados às mulheres, para os cuidados com a saúde ou combate a violência, por exemplo, são negligenciados pelo governo que não cumpre nem mesmo as metas estabelecidas por ele.  No Distrito Federal, recordista em registros de violência doméstica contra a mulher, foi verificado que apesar de existirem 47 programas governamentais que, juntos, somam R$ 1,88 bilhões, 15,6% do orçamento previsto para o Governo do Distrito Federal (GDF) em 2009, o dinheiro não vem sendo aplicado.  
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Vida

A Organização Mundial da Saúde estima que 20 milhões dos 46 milhões de abortos realizados por ano em todo mundo são feitos de forma clandestina e em condições precárias, resultando na morte de 80 mil mulheres por ano, vítima de infecções, hemorragias, danos no útero ou pelo efeito de agentes tóxicos usados para induzir o aborto.

Os grupos que se reivindicam pró-vida ameaçam na verdade a vida destas 20 milhões de mulheres, sobretudo as mais pobres que não têm outra alternativa senão realizar o aborto mesmo com a sua vida em risco. Além disso, são consideradas criminosas por não terem condições de criar um filho ou por simplesmente não poderem optar sobre o próprio corpo.

Os grupos pró-vida se recusam a ver que a proibição do aborto é uma questão de saúde pública. Quando a mulher pobre tem uma gravidez indesejada ela não dispõe de recursos financeiros para realizar um aborto - muito menos para manter um filho. Parte então para métodos absolutamente arriscados e precários, usando agulhas de tricô para perfurar o colo do útero, chás medicinais ou até mesmo "simpatias" que supostamente fariam ela ter um aborto induzido.

campanha-2009

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