Fórum de Promotoras Legais Populares do Distrito Federal

Sexta 10 Setembro 2010

Saúde

Mãe perde bebê horas antes do parto

Mãe perde bebê horas antes do parto
Bom Dia DF > 06/09/2010 > Reportagem

Família diz que médicos de um hospital particular em Taguatinga, onde a gestante foi atendida, foram negligentes. Paciente teria sido autorizada a voltar para casa duas vezes e aguardar dilatação.

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PARANOÁ: Mulher esfaqueada pelo ex-marido corre risco de morte por falta de UTI

PARANOÁ: Mulher esfaqueada pelo ex-marido corre risco de morte por falta de UTIGabriela Lima - Correio Braziliense

A família da secretária Evanilda Pereira de Sousa, 30 anos, vive um drama desde o fim da manhã de sexta-feira (27/8). A mulher está internada em estado grave no Hospital do Paranoá após ter levado oito facadas...

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Ministro da Saúde critica modelo de atendimento do DF

Ministro da Saúde critica modelo de atendimento do DFBom Dia DF > 26/08/2010 > Reportagem

Temporão diz que colocar os hospitais como centro da política de saúde é um erro grave. Secretaria promete resolver o problema com as UPAs. A do Núcleo Bandeirante será administrada pelos bombeiros....

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MP investiga Hospital de Santa Maria

MP investiga Hospital de Santa MariaBom Dia DF - 17/08/2010

Ministério Público quer saber se houve falha no atendimento à Maria de Lucas, que morreu à espera de uma UTI. Secretaria e Ministério da Saúde fazem auditoria para checar irregularidades no hospital. “Se tivessem conseg...

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Escalas médicas não são mais expostas nos hospitais públicos

Escalas médicas não são mais expostas nos hospitais públicos
Lívia Veiga - DFTV 1ª Edição - Reportagem

Sem essa medida simples, pacientes podem perder muito tempo até descobrirem que não serão atendidos por falta de médico. A divulgação dessas informações já foi tema e portaria do governo. Na emerg...

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Vida

A Organização Mundial da Saúde estima que 20 milhões dos 46 milhões de abortos realizados por ano em todo mundo são feitos de forma clandestina e em condições precárias, resultando na morte de 80 mil mulheres por ano, vítima de infecções, hemorragias, danos no útero ou pelo efeito de agentes tóxicos usados para induzir o aborto.

Os grupos que se reivindicam pró-vida ameaçam na verdade a vida destas 20 milhões de mulheres, sobretudo as mais pobres que não têm outra alternativa senão realizar o aborto mesmo com a sua vida em risco. Além disso, são consideradas criminosas por não terem condições de criar um filho ou por simplesmente não poderem optar sobre o próprio corpo.

Os grupos pró-vida se recusam a ver que a proibição do aborto é uma questão de saúde pública. Quando a mulher pobre tem uma gravidez indesejada ela não dispõe de recursos financeiros para realizar um aborto - muito menos para manter um filho. Parte então para métodos absolutamente arriscados e precários, usando agulhas de tricô para perfurar o colo do útero, chás medicinais ou até mesmo "simpatias" que supostamente fariam ela ter um aborto induzido.

campanha-2009

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