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Sexta 10 Setembro 2010
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África e Oceania

Jornalista punida por usar calças se recusa a pagar multa e é presa no Sudão

Jornalista punida por usar calças se recusa a pagar multa e é presa no SudãoCondenada por 'indecência', Lubna escapou de levar 40 chicotadas. Ela foi levada a prisão feminina perto de Cartum, diz advogado. O caso levantou polêmica mundial em julho, quando Lubna e outras mulheres foram presas em um restaurante da capital sudanesa, Cartum. Algumas delas admitiram imediatamente sua culpa é foram chicoteadas no próprio local, mas outras, inclusive Lubna, preferiram encarar o tribunal.
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Um em cada quatro homens já estuprou na África do Sul, mostra estudo

Um em cada quatro homens já estuprou na África do Sul, mostra estudoPaís da copa 2010 -  Abuso sexual na África do Sul acontece a cada 26 s, acusa ONG. Mesmo com denúncias, problema persiste, e às vezes dentro de casa. Na maioria dos casos, o inimigo está dentro da própria casa. Aqui, um em cada dez estupr...
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Garotas fogem de casa para escapar de circuncisão no Quênia

Garotas fogem de casa para escapar de circuncisão no QuêniaPelo menos 300 meninas no sul do Quênia fugiram de suas casas e buscaram refúgio em igrejas para tentar escapar de rituais de mutilação genital feminina, de acordo com a polícia queniana. "Alguns dos pais são contra (a mu...

Última atualização ( Sex, 05 de Dezembro de 2008 21:07 )

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Ruanda será 1º país com maioria feminina no Parlamento

Ruanda será 1º país com maioria feminina no ParlamentoResultados preliminares das eleições em Ruanda indicam que o país será o primeiro em que o número de mulheres supera o de homens no Parlamento. O atual Parlamento de Ruanda já tem 48,8% de presença feminina, a taxa mais a...

Última atualização ( Qui, 18 de Setembro de 2008 08:48 )

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Brasil e África do Sul se reúnem para discutir macroeconomia e relações de gênero

Brasil e África do Sul se reúnem para discutir macroeconomia e relações de gêneroOrganizado pela Secretaria Especial de Políticas para as Mulheres (SPM), o evento ocorre nos dias 21 e 22 de julho e faz parte das atividades do Fórum de Mulheres do IBAS - Índia, Brasil e África do Sul. Durante os dois dias de encontro, tema...

Última atualização ( Sex, 18 de Julho de 2008 21:44 )

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Denuncie e Peça Ajuda

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Central de Atendimento à Mulher - Ligue 180
A Secretaria de Políticas para as Mulheres - SPM, da Presidência da República,  criou uma central telefônica para atendimento às mulheres. Este serviço tem seu funcionamento integrado a Ouvidoria da SPM, destinando-se a atender denúncias, orientar e encaminhar os casos de violência contra a mulher. O número colocado à disposição, considerado de utilidade pública, 180, permite ligações de todo território nacional. A Central funciona 24h por dia, inclusive aos finais de semana. A Central de Atendimento é também um importante instrumento para melhorar o conhecimento sobre os números da violência contra as mulheres no Brasil. Ligue 180!

Vida

A Organização Mundial da Saúde estima que 20 milhões dos 46 milhões de abortos realizados por ano em todo mundo são feitos de forma clandestina e em condições precárias, resultando na morte de 80 mil mulheres por ano, vítima de infecções, hemorragias, danos no útero ou pelo efeito de agentes tóxicos usados para induzir o aborto.

Os grupos que se reivindicam pró-vida ameaçam na verdade a vida destas 20 milhões de mulheres, sobretudo as mais pobres que não têm outra alternativa senão realizar o aborto mesmo com a sua vida em risco. Além disso, são consideradas criminosas por não terem condições de criar um filho ou por simplesmente não poderem optar sobre o próprio corpo.

Os grupos pró-vida se recusam a ver que a proibição do aborto é uma questão de saúde pública. Quando a mulher pobre tem uma gravidez indesejada ela não dispõe de recursos financeiros para realizar um aborto - muito menos para manter um filho. Parte então para métodos absolutamente arriscados e precários, usando agulhas de tricô para perfurar o colo do útero, chás medicinais ou até mesmo "simpatias" que supostamente fariam ela ter um aborto induzido.

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