Leilane Menezes - Correio Braziliense
Não há barreiras para a força de Dulce Gonçalves da Fonseca. A mulher de aparência frágil, estatura baixa, calçada em sapatos cor de uva de estilo boneca, olhos azuis e cabelos loiros se transforma em uma fortaleza quando decide defender um ideal. Quando fala do acidente de trânsito que matou a nora, Ana Paula Soares, 22 anos, e o neto, o pequeno Lucas, 4, a voz doce de Dulce assume um tom firme e ecoa longe. Ao lutar por Justiça não apenas para si, mas em nome de todos aqueles que sofrem a dor sem fim de perder alguém amado para a violência, ela surpreende e emociona a todos. Amanhã (segunda-feira), o sofrimento de Dulce completa exatos dois anos. Mas a dor não veio sozinha, trouxe com ela um poder imenso de superação.

Guilherme Goulart - Correio Braziliense
O hipermercado Extra foi condenado a pagar indenização por danos morais e materiais a uma consumidora que foi impedida de deixar a loja após ter efetuado a compra. A direção da empresa recorreu, mas a sentença foi mantida por unanimidade pelos ...
Eluana Englaro, de 37 anos, deve sofrer eutanásia. Procedimento ocorrerá após dez anos de polêmicas e de disputa judicial. Um clínica geriátrica de Udine ofereceu-se para encerrar a vida de Eluana, dizendo-se preparada para os procediment...



