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Terça 7 Setembro 2010
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Casos e soluções

Servidora ajudou a prender motorista alcoolizado que matou nora e neto em acidente

Servidora ajudou a prender motorista alcoolizado que matou nora e neto em acidenteLeilane Menezes - Correio Braziliense

Não há barreiras para a força de Dulce Gonçalves da Fonseca. A mulher de aparência frágil, estatura baixa, calçada em sapatos cor de uva de estilo boneca, olhos azuis e cabelos loiros se transforma em uma fortaleza quando decide defender um ideal. Quando fala do acidente de trânsito que matou a nora, Ana Paula Soares, 22 anos, e o neto, o pequeno Lucas, 4, a voz doce de Dulce assume um tom firme e ecoa longe. Ao lutar por Justiça não apenas para si, mas em nome de todos aqueles que sofrem a dor sem fim de perder alguém amado para a violência, ela surpreende e emociona a todos. Amanhã (segunda-feira), o sofrimento de Dulce completa exatos dois anos. Mas a dor não veio sozinha, trouxe com ela um poder imenso de superação.

Última atualização ( Dom, 27 de Junho de 2010 12:00 )

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Assassinato de gerente de restaurante completa um ano  Guilherme Goulart - Correio Braziliense

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Denuncie e Peça Ajuda

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Central de Atendimento à Mulher - Ligue 180
A Secretaria de Políticas para as Mulheres - SPM, da Presidência da República,  criou uma central telefônica para atendimento às mulheres. Este serviço tem seu funcionamento integrado a Ouvidoria da SPM, destinando-se a atender denúncias, orientar e encaminhar os casos de violência contra a mulher. O número colocado à disposição, considerado de utilidade pública, 180, permite ligações de todo território nacional. A Central funciona 24h por dia, inclusive aos finais de semana. A Central de Atendimento é também um importante instrumento para melhorar o conhecimento sobre os números da violência contra as mulheres no Brasil. Ligue 180!

Vida

A Organização Mundial da Saúde estima que 20 milhões dos 46 milhões de abortos realizados por ano em todo mundo são feitos de forma clandestina e em condições precárias, resultando na morte de 80 mil mulheres por ano, vítima de infecções, hemorragias, danos no útero ou pelo efeito de agentes tóxicos usados para induzir o aborto.

Os grupos que se reivindicam pró-vida ameaçam na verdade a vida destas 20 milhões de mulheres, sobretudo as mais pobres que não têm outra alternativa senão realizar o aborto mesmo com a sua vida em risco. Além disso, são consideradas criminosas por não terem condições de criar um filho ou por simplesmente não poderem optar sobre o próprio corpo.

Os grupos pró-vida se recusam a ver que a proibição do aborto é uma questão de saúde pública. Quando a mulher pobre tem uma gravidez indesejada ela não dispõe de recursos financeiros para realizar um aborto - muito menos para manter um filho. Parte então para métodos absolutamente arriscados e precários, usando agulhas de tricô para perfurar o colo do útero, chás medicinais ou até mesmo "simpatias" que supostamente fariam ela ter um aborto induzido.

campanha-2009

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