Fórum de Promotoras Legais Populares do Distrito Federal

Terça 7 Setembro 2010

Povo do DF

A dona da história

A dona da históriaMulher de coragem, a pioneira Lourdinha desafiou a família e a sociedade cearense dos anos 40, engravidou 24 vezes e trouxe, dirigindo seu próprio caminhão, muito peão de obra para construir o sonho de JK. Era a única mulher no meio de milhares de homens. Andava armada, para se proteger de qualquer engraçadinho. Tinha uma pontaria melhor do que de homem. Nas madrugadas escuras e improváveis do cerrado, virou parteira.
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Inspeção do CNJ no Judiciário do DF terá audiência pública para participação popular

 Inspeção do CNJ no Judiciário do DF terá audiência pública para participação popularRepórter da Agência Brasil

Brasília - Dentro do trabalho de inspeção iniciado hoje (13) pela Corregedoria do Conselho Nacional de Justiça (CNJ) no Judiciário do Distrito Federal, os cidadãos e os representantes de entidades poderão apresentar...
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A morte de um lutador: Marcelo, da Coopativa

A morte de um lutador: Marcelo, da Coopativapor Jorge Streit*

Soube da morte de Marcelo logo na manhã do dia 4, ocorrida em triste cena de violência, durante a madrugada, no barracão da Coopativa, na Vila Estrutural. Quem me deu a notícia foi Pedro Isaac, meu companheiro neste exercício de...

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A vida ao relento

A vida ao relento
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Universide de Brasília: Diretoria de Ceilândia toma posse

 Universide de Brasília: Diretoria de Ceilândia toma posse

As professoras Diana Lúcia Moura Pinho e Ana Carolina Acevedo Poppe assumem a unidade com o desafio de consolidar os cursos. As professoras da Faculdade de Ciências da Saúde (FS) da UnB Diana Lúcia Moura Pinho e Ana Carolina Acevedo Poppe tomar...

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Central de Atendimento à Mulher - Ligue 180
A Secretaria de Políticas para as Mulheres - SPM, da Presidência da República,  criou uma central telefônica para atendimento às mulheres. Este serviço tem seu funcionamento integrado a Ouvidoria da SPM, destinando-se a atender denúncias, orientar e encaminhar os casos de violência contra a mulher. O número colocado à disposição, considerado de utilidade pública, 180, permite ligações de todo território nacional. A Central funciona 24h por dia, inclusive aos finais de semana. A Central de Atendimento é também um importante instrumento para melhorar o conhecimento sobre os números da violência contra as mulheres no Brasil. Ligue 180!

Vida

A Organização Mundial da Saúde estima que 20 milhões dos 46 milhões de abortos realizados por ano em todo mundo são feitos de forma clandestina e em condições precárias, resultando na morte de 80 mil mulheres por ano, vítima de infecções, hemorragias, danos no útero ou pelo efeito de agentes tóxicos usados para induzir o aborto.

Os grupos que se reivindicam pró-vida ameaçam na verdade a vida destas 20 milhões de mulheres, sobretudo as mais pobres que não têm outra alternativa senão realizar o aborto mesmo com a sua vida em risco. Além disso, são consideradas criminosas por não terem condições de criar um filho ou por simplesmente não poderem optar sobre o próprio corpo.

Os grupos pró-vida se recusam a ver que a proibição do aborto é uma questão de saúde pública. Quando a mulher pobre tem uma gravidez indesejada ela não dispõe de recursos financeiros para realizar um aborto - muito menos para manter um filho. Parte então para métodos absolutamente arriscados e precários, usando agulhas de tricô para perfurar o colo do útero, chás medicinais ou até mesmo "simpatias" que supostamente fariam ela ter um aborto induzido.

campanha-2009

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