Fórum de Promotoras Legais Populares do Distrito Federal

Terça 7 Setembro 2010
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UNIFEM Brasil e Cone Sul seleciona, até 17/05, ONG para apoio a projeto de formação de Promotoras Legais Populares

UNIFEM Brasil e Cone Sul seleciona, até 17/05, ONG para apoio a projeto de formação de Promotoras Legais Populares

O UNIFEM Brasil e Cone Sul (Fundo das Nações Unidas para o Desenvolvimento da Mulher), por meio do Programa Regional Gênero, Raça, Etnia e Pobreza, seleciona até 17 de maio, propostas de organizações da sociedade civil para apoio a formação de Promotoras Legais Populares (PLP). As entidades devem ter como público grupos de trabalhadoras domésticas do país.

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Última atualização ( Qua, 29 de Abril de 2009 09:41 )

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Vida

A Organização Mundial da Saúde estima que 20 milhões dos 46 milhões de abortos realizados por ano em todo mundo são feitos de forma clandestina e em condições precárias, resultando na morte de 80 mil mulheres por ano, vítima de infecções, hemorragias, danos no útero ou pelo efeito de agentes tóxicos usados para induzir o aborto.

Os grupos que se reivindicam pró-vida ameaçam na verdade a vida destas 20 milhões de mulheres, sobretudo as mais pobres que não têm outra alternativa senão realizar o aborto mesmo com a sua vida em risco. Além disso, são consideradas criminosas por não terem condições de criar um filho ou por simplesmente não poderem optar sobre o próprio corpo.

Os grupos pró-vida se recusam a ver que a proibição do aborto é uma questão de saúde pública. Quando a mulher pobre tem uma gravidez indesejada ela não dispõe de recursos financeiros para realizar um aborto - muito menos para manter um filho. Parte então para métodos absolutamente arriscados e precários, usando agulhas de tricô para perfurar o colo do útero, chás medicinais ou até mesmo "simpatias" que supostamente fariam ela ter um aborto induzido.

campanha-2009

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