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Sexta 10 Setembro 2010
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Direitos Humanos

Violência contra a mulher, um problema de saúde pública

Violência contra a mulher, um problema de saúde públicaUm grande empecilho, por muito tempo, para a formulação e execução de programas e políticas que enfrentem o problema da violência contra mulheres é justamente a crença arraigada de que a violência no âmbito doméstico contra mulheres ou meninas era um problema da ordem do privado e familiar. Este problema, no Brasil, pode ser visto na expressão popular “em briga de marido e mulher, ninguém mete a colher”. A violência contra a mulher é, na verdade, um problema de saúde pública. No Brasil, uma em cada cinco mulheres (20%) já sofreu algum tipo de violência física, sexual ou outro abuso praticado por um homem. O artigo é de Andréa Fachel Leal.
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Educação repercute no acesso à Justiça

 Educação repercute no acesso à JustiçaPesquisa realizada pela Associação dos Magistrados do Brasil mostra que há uma relação direta entre o índice de escolaridade dos cidadãos brasileiros e a quantidade de pessoas que procuram os tribunais para brigar pelos direitos. Apesar de est...
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A Justiça contra os(as) negros(as)

Pesquisa realizada por Ivair dos Santos (da UnB) revelou que apenas uma em cada 17 denúncias de racismo no País vira ação penal. Conforme o estudo, a maior parte dos casos o crime de racismo é descaracterizado como tal, e o resultado prático di...
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Defensoria Pública pede interdição de cadeia feminina de Votorantim

Defensoria Pública pede interdição de cadeia feminina de VotorantimRepórter da Agência Brasil

São Paulo - A Defensoria Pública do Estado de São Paulo em Sorocaba pediu, por meio de ação civil pública, a interdição da cadeia feminina de Votorantim (SP) e a remoção de todas as presas. A ação foi movida de...
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Nova lei de estupro e pedofilia dá margem a penas desproporcionais, diz procuradora

Nova lei de estupro e pedofilia dá margem a penas desproporcionais, diz procuradoraRepórter da Agência Brasil

Brasília - Quem cometeu crimes sexuais graves poderá ter a pena diminuída e aqueles que cometeram delitos de menor potencial podem ter a punição agravada. A constatação é da procuradora de Justiça em São Paulo Lu...

Última atualização ( Dom, 30 de Agosto de 2009 17:45 )

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Vida

A Organização Mundial da Saúde estima que 20 milhões dos 46 milhões de abortos realizados por ano em todo mundo são feitos de forma clandestina e em condições precárias, resultando na morte de 80 mil mulheres por ano, vítima de infecções, hemorragias, danos no útero ou pelo efeito de agentes tóxicos usados para induzir o aborto.

Os grupos que se reivindicam pró-vida ameaçam na verdade a vida destas 20 milhões de mulheres, sobretudo as mais pobres que não têm outra alternativa senão realizar o aborto mesmo com a sua vida em risco. Além disso, são consideradas criminosas por não terem condições de criar um filho ou por simplesmente não poderem optar sobre o próprio corpo.

Os grupos pró-vida se recusam a ver que a proibição do aborto é uma questão de saúde pública. Quando a mulher pobre tem uma gravidez indesejada ela não dispõe de recursos financeiros para realizar um aborto - muito menos para manter um filho. Parte então para métodos absolutamente arriscados e precários, usando agulhas de tricô para perfurar o colo do útero, chás medicinais ou até mesmo "simpatias" que supostamente fariam ela ter um aborto induzido.

campanha-2009

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