Fórum de Promotoras Legais Populares do Distrito Federal

Terça 7 Setembro 2010
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Comportamento

Xô, TPM

Xô, TPMMulheres invadem a praia das comédias stand up, ocupam o palco que antes só os homens dominavam. O gênero, nascido nos Estados Unidos, virou uma febre nos últimos anos e revelou humoristas que foram parar na TV (Marcelo Adnet, da MTV; Rafinha Bastos, Danilo Gentilli e Oscar Filho, do CQC, da Band, são alguns famosos que fizeram ou fazem espetáculos de stand up). Da matriz americana, o comediante mais conhecido por aqui é Jerry Seinfeld
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A luz de Clara

A luz de ClaraMarcelo Abreu - Correio Braziliense

A história da mulher que mudou o rumo da própria vida, transgrediu normas, odeia preconceitos e seguiu a sua intuição. Aos 85 anos, quando a ribalta se acende, ela vira tantas outras, igualmente libertárias. Ai...

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Um divã para dois

Um divã para doisCorreio Braziliense

Quando o casal não consegue se comunicar propriamente, uma boa alternativa para resolver os conflitos é a terapia conjugal. Mas especialistas alertam que a técnica só funciona se houver comprometimento de ambos. Segundo a ps...

Última atualização ( Ter, 29 de Junho de 2010 08:24 )

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Idade do bem-estar

Idade do bem-estarO amadurecimento pode trazer felicidade. Pesquisa realizada nos EUA indica que, depois dos 50, as pessoas tendem a sentir menos estresse e raiva e a valorizar atividades que dão mais prazer, como passar o tempo com os amigos e os familiares. Apes...

Última atualização ( Ter, 01 de Junho de 2010 08:55 )

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A mulher da praça

A mulher da praça

Pedagoga formada pela UnB, em vez de uma escola, Márcia Maria encontrou na rua o local de trabalho. E é assim que a mineira enfrenta as dificuldades diárias do desemprego. Pelo seu táxi, que virou divã, passam hist&...

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Vida

A Organização Mundial da Saúde estima que 20 milhões dos 46 milhões de abortos realizados por ano em todo mundo são feitos de forma clandestina e em condições precárias, resultando na morte de 80 mil mulheres por ano, vítima de infecções, hemorragias, danos no útero ou pelo efeito de agentes tóxicos usados para induzir o aborto.

Os grupos que se reivindicam pró-vida ameaçam na verdade a vida destas 20 milhões de mulheres, sobretudo as mais pobres que não têm outra alternativa senão realizar o aborto mesmo com a sua vida em risco. Além disso, são consideradas criminosas por não terem condições de criar um filho ou por simplesmente não poderem optar sobre o próprio corpo.

Os grupos pró-vida se recusam a ver que a proibição do aborto é uma questão de saúde pública. Quando a mulher pobre tem uma gravidez indesejada ela não dispõe de recursos financeiros para realizar um aborto - muito menos para manter um filho. Parte então para métodos absolutamente arriscados e precários, usando agulhas de tricô para perfurar o colo do útero, chás medicinais ou até mesmo "simpatias" que supostamente fariam ela ter um aborto induzido.

campanha-2009

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