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Sexta 10 Setembro 2010
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Segurança Pública

Meninas são vítimas da violência no Rio e em SP

Meninas são vítimas da violência no Rio e em SPUma menina de oito anos e outra, de 13, foram atingidas por balas perdidas. A mais velha, Letícia, não resistiu. Nesta quinta-feira, milhões de brasileiros tomaram conhecimento de dois casos dramáticos de violência nas duas maiores cidades do Brasil. Em São Paulo e no Rio de Janeiro, as vítimas foram crianças. A reportagem é de Sandra Moreyra no Jornal Nacional.
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Menina marca encontro pelo Orkut e é vítima de estupro em Minas

A mãe de uma estudante de 16 anos relatou à PM de Juiz de Fora, na Zona da Mata, que a filha foi vítima de estupro depois de marcar um encontro pela internet. A jovem, que é moradora da Zona Norte, conheceu o criminoso em um site de relacionament...
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Adolescentes executadas

Adolescentes executadasMeninas de 13 e 14 anos são baleadas e queimadas vivas em estrada de terra de Ibirité, na Grande Belo Horizonte. Polícia não tem pistas. Minutos antes, moradores da região ouviram gritos de socorro e avisaram os policiais por meio do Disque...
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Violência nas escolas - Ameaçada de morte

Violência nas escolas  - Ameaçada de morteGarota de 13 anos aponta arma para a cabeça da coordenadora pedagógica do colégio onde estuda e aperta o gatilho três vezes. O revólver estava descarregado, mas o episódio deixou os docentes perplexos. Desesperada, a professora tentou se pro...
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Vida

A Organização Mundial da Saúde estima que 20 milhões dos 46 milhões de abortos realizados por ano em todo mundo são feitos de forma clandestina e em condições precárias, resultando na morte de 80 mil mulheres por ano, vítima de infecções, hemorragias, danos no útero ou pelo efeito de agentes tóxicos usados para induzir o aborto.

Os grupos que se reivindicam pró-vida ameaçam na verdade a vida destas 20 milhões de mulheres, sobretudo as mais pobres que não têm outra alternativa senão realizar o aborto mesmo com a sua vida em risco. Além disso, são consideradas criminosas por não terem condições de criar um filho ou por simplesmente não poderem optar sobre o próprio corpo.

Os grupos pró-vida se recusam a ver que a proibição do aborto é uma questão de saúde pública. Quando a mulher pobre tem uma gravidez indesejada ela não dispõe de recursos financeiros para realizar um aborto - muito menos para manter um filho. Parte então para métodos absolutamente arriscados e precários, usando agulhas de tricô para perfurar o colo do útero, chás medicinais ou até mesmo "simpatias" que supostamente fariam ela ter um aborto induzido.

campanha-2009

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