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Sexta 10 Setembro 2010
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Direitos Humanos

Observatório monitora violência contra a mulher no Ceará

Observatório monitora violência contra a mulher no Ceará

Karol Assunção *

Adital - A sociedade cearense conta com mais uma ferramenta de monitoramento e prevenção à violência contra a mulher: o Observatório de Violência Contra a Mulher (Observem). O Observatório, lançado na semana passada, tem o objetivo de reforçar as redes de apoio à mulher e acompanhar as políticas públicas destinadas a esse segmento da sociedade.

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Mais uma morte evitável de gestante no Brasil

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NOTA PÚBLICA

 

As  Jornadas Brasileiras pelo Aborto Legal  vêm a público, através desta nota, exigir a responsabilização das instâncias governamentais e jurídicas que permitiram que mai...

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"Um bom percentual das meninas pobres se prostitui", diz Sandra Werneck

LAURA LOPES - revista ÉPOCA

A diretora de "Sonhos Roubados" diz que, nas comunidades carentes, algumas garotas acabam fazendo programa com homens mais velhos e conhecidos para se sustentar e satisfazer desejos de consumo, mas nã...

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A moda preocupante das pulseiras do sexo

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Leilane Menezes - Correio Braziliense

Uma nova moda entre jovens, e até crianças, invadiu as escolas e as ruas do Distrito Federal e causa preocupação em pais, educadores e polícia. É possível saber qua...

Última atualização ( Dom, 11 de Abril de 2010 21:21 )

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Violência contra a mulherpersiste no campo

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Levantamento revela que trabalhadoras rurais sofrem agressões domésticas rotineiramente. Escolaridade e engajamento em movimentos sociais não são fator de proteção. Um dado estarrecedor evidenciado pelo estudo...

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Vida

A Organização Mundial da Saúde estima que 20 milhões dos 46 milhões de abortos realizados por ano em todo mundo são feitos de forma clandestina e em condições precárias, resultando na morte de 80 mil mulheres por ano, vítima de infecções, hemorragias, danos no útero ou pelo efeito de agentes tóxicos usados para induzir o aborto.

Os grupos que se reivindicam pró-vida ameaçam na verdade a vida destas 20 milhões de mulheres, sobretudo as mais pobres que não têm outra alternativa senão realizar o aborto mesmo com a sua vida em risco. Além disso, são consideradas criminosas por não terem condições de criar um filho ou por simplesmente não poderem optar sobre o próprio corpo.

Os grupos pró-vida se recusam a ver que a proibição do aborto é uma questão de saúde pública. Quando a mulher pobre tem uma gravidez indesejada ela não dispõe de recursos financeiros para realizar um aborto - muito menos para manter um filho. Parte então para métodos absolutamente arriscados e precários, usando agulhas de tricô para perfurar o colo do útero, chás medicinais ou até mesmo "simpatias" que supostamente fariam ela ter um aborto induzido.

campanha-2009

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