De oito a doze de setembro , no Teatro Nacional Cláudio Santoro , apresentações e mostras de produções artísticas, realizadas por mulheres, ocuparão salas de espetáculos, camarim, foyer e áreas externa e de circulação para apresentar um rico mosaico com dança, teatro, música, mostra de cinema, exposição, oficina, lançamento de livros, bate-papos e brechó, compondo um instig...
Sapata, fancha, bolacha, entendid...
O secretário de Justiça, Direitos Humanos e Cidadan...
Dia 11/8, quarta-feira, movimentos feministas e entidades sociais vão se mobilizar para d...
Formidia
À esteira do 3º Programa de Direitos Humanos do Brasil, pesquisadores recolocaram nesta terça, 27/07, na agenda política o tema do aborto como questão de saúde pública e direito individual da mulher. A mesa redonda, realizada no aud...
O caso da manicure Iara Cristina Silva, 22 anos, ainda é um mistério. Tanto a Justiça de Brasília quanto a de Goiás negam que tenham errado. Mas o fato é que a jovem permaneceu encarcerada nos últimos oito meses, mesmo tendo sido absolvida ...
Editorial - Correio Braziliense - 7/9/2010
O Brasil se vangloria de três feitos cujo saldo acena para a melhora da qualidade de vida. Um deles: a redução da pobreza. Pobres ficaram menos pobres, o que engrossou a classe média. Outro: a diminuiçã...
Mulheres invadem a praia das comédias stand up, ocupam o palco que antes só os homens dominavam. O gênero, nascido nos Estados Unidos, virou uma febre nos últimos anos e revelou humoristas que foram parar na TV (Marcelo Adnet, da MTV; Rafinha Bas...
Família diz que médicos de um hospital particular em Taguatinga, onde a gestante foi atendida, foram negligentes. Paciente teria sido autorizada a voltar para casa duas vezes e aguardar dilatação.
Nós mulheres, organizações feministas e militantes de direitos humanos, por meio deste manifesto viemos a público denunciar:
i) as violações aos direitos humanos das mulheres brasilienses;
ii) a inoperância do Governo do Distrito Federal (GDF) a...
Correio Braziliense
O sábado era para ser de confraternização com os colegas. À noite, Amanda* participaria de uma festa do pijama na igreja perto de casa, no Setor 7 de Águas Lindas (GO), onde várias crianças e adolescentes acampariam até dom...
Marcelo Abreu - Correio Braziliense

Os grupos que se reivindicam pró-vida ameaçam na verdade a vida destas 20 milhões de mulheres, sobretudo as mais pobres que não têm outra alternativa senão realizar o aborto mesmo com a sua vida em risco. Além disso, são consideradas criminosas por não terem condições de criar um filho ou por simplesmente não poderem optar sobre o próprio corpo.
Os grupos pró-vida se recusam a ver que a proibição do aborto é uma questão de saúde pública. Quando a mulher pobre tem uma gravidez indesejada ela não dispõe de recursos financeiros para realizar um aborto - muito menos para manter um filho. Parte então para métodos absolutamente arriscados e precários, usando agulhas de tricô para perfurar o colo do útero, chás medicinais ou até mesmo "simpatias" que supostamente fariam ela ter um aborto induzido.
Quem foram os pioneiros na implantação do projeto?
O Projeto Promotoras Legais Populares foi implementado no Brasil há mais de dez anos pela ONG Themis, do Rio Grande do Sul. Desde então outros estados, principalmente São Paulo, adotaram o projeto de forma exitosa, com a participação de importantes parceiros, como o IBAP - Instituto Brasileiro de Advogados Públicos e o Centro Dandara de Promotoras Legais Populares.
Como se desenvolve o projeto?
O projeto consiste na criação de um espaço de debate acerca de temas pertinentes ao Direito e à cidadania, tendo como foco principal as questões de gênero. A capacitação busca não só transmitir conhecimentos teóricos e práticos sobre as leis, mas também desenvolver uma consciência crítica e reflexiva sobre conteúdos machistas, classistas e patriarcais que perpassam as decisões jurídicas.
Onde, quando acontece e qual o público-alvo do PLP?
As participantes do Promotoras Legais Populares (PLPs), @s estudantes e @s palestrantes se reúnem aos sábados pela manhã, no Núcleo de Prática Jurídica da UnB, em Ceilândia. A turma é formada por mulheres, em sua maioria líderes comunitárias, que integram um conjunto heterogêneo de mulheres que buscam efetivar sua condição de cidadãs.
