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Repórter da Agência Brasil
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Kátia Mello | revista ÉPOCA
Imagine um dia você conversando com seu filho de dois anos e poucos meses quando, de repente, ele lhe revela que o pai dele faz uma brincadeira de “mágica” para bolinar...
Repórter da Agência Brasil
Rio de Janeiro - O composto alimentar conhecido como ração humana vem ganhando espaço entre pessoas que querem emagrecer ou que esperam regular o sistema digestivo. Segundo fabricantes, a mi...
Exposição Fotográfica organizada pela Associação Lésbica Feminista de Brasília - Coturno de Vênus. Visa estimular o olhar crítico sobre a breve história dos 50 anos de Brasíl...
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A discussão surgiu depois da decisão da Justiça que afastou oito parlamentares da votação do impeachment de Arruda. Do lado de fora, estudantes protestaram e foram reprimidos com violência pela PM. Cerca...
Ex-vocalista da banda brasiliense Maskavo Roots, Joana Duah chama a atenção ao trocar o reggae pelo suingue brasileiro. A adolescente regueira, que na década de 1990 brilhou nos palcos brasilienses e de outras cidades como vocalista da banda Maska...

Os grupos que se reivindicam pró-vida ameaçam na verdade a vida destas 20 milhões de mulheres, sobretudo as mais pobres que não têm outra alternativa senão realizar o aborto mesmo com a sua vida em risco. Além disso, são consideradas criminosas por não terem condições de criar um filho ou por simplesmente não poderem optar sobre o próprio corpo.
Os grupos pró-vida se recusam a ver que a proibição do aborto é uma questão de saúde pública. Quando a mulher pobre tem uma gravidez indesejada ela não dispõe de recursos financeiros para realizar um aborto - muito menos para manter um filho. Parte então para métodos absolutamente arriscados e precários, usando agulhas de tricô para perfurar o colo do útero, chás medicinais ou até mesmo "simpatias" que supostamente fariam ela ter um aborto induzido.
Quem foram os pioneiros na implantação do projeto?
O Projeto Promotoras Legais Populares foi implementado no Brasil há mais de dez anos pela ONG Themis, do Rio Grande do Sul. Desde então outros estados, principalmente São Paulo, adotaram o projeto de forma exitosa, com a participação de importantes parceiros, como o IBAP - Instituto Brasileiro de Advogados Públicos e o Centro Dandara de Promotoras Legais Populares.
Como se desenvolve o projeto?
O projeto consiste na criação de um espaço de debate acerca de temas pertinentes ao Direito e à cidadania, tendo como foco principal as questões de gênero. A capacitação busca não só transmitir conhecimentos teóricos e práticos sobre as leis, mas também desenvolver uma consciência crítica e reflexiva sobre conteúdos machistas, classistas e patriarcais que perpassam as decisões jurídicas.
Onde, quando acontece e qual o público-alvo do PLP?
As participantes do Promotoras Legais Populares (PLPs), @s estudantes e @s palestrantes se reúnem aos sábados pela manhã, no Núcleo de Prática Jurídica da UnB, em Ceilândia. A turma é formada por mulheres, em sua maioria líderes comunitárias, que integram um conjunto heterogêneo de mulheres que buscam efetivar sua condição de cidadãs.
